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Especialidades

Homeopatia
Homeopatia

A maioria das pessoas tem a idéia,errônea,  de que a Homeopatia é uma especialidade antiga, na qual se utilizam ervas e chás (a chamada fitoterapia), que ela é lenta e só atua em casos crônicos e sem gravidade e nunca nos casos agudos. Muitos pensam que ela só age quando os pacientes acreditam, ou que se deve ter fé para que ela funcione. A fim de que todos possam se beneficiar desta especialidade terapêutica, é necessário que desmistifiquemos essas ideias, que são incorretas.

Na verdade a Homeopatia é uma nova especialidade médica, reconhecida em 1980 pelo Conselho Federal de Medicina e Associação Médica Brasileira. Em 1997 comemorou-se no mundo todo o 200º aniversário da homeopatia, “criada” em 1797, pelo médico alemão Samuel Hahnemann.

 

Quando falamos que Hahnemann “criou” a Homeopatia, devemos entender que ele percebeu, vislumbrou sua potencialidade e começou a utilizar a “Lei dos Semelhantes” (Similia similibus curentur), que já havia sido descrita há séculos (500 a.C.) pelo Pai da Medicina, Hipócrates.

 

Como esta lei funciona na prática? Por exemplo, sabemos que o café é capaz de causar insônia em um  grande número de pessoas com um quadro de inquietação e pensamentos ativos. Na Homeopatia utilizamos o mesmo café (Coffea cruda), preparado de acordo com as técnicas homeopáticas (dinamização) e, de forma rápida, suave e duradoura, o paciente se cura de sua insônia.  Outro exemplo: quando cortamos uma cebola sentimos lacrimejamento, ardor nos olhos, coriza etc.. um quadro de gripo ou rinite aguda com os mesmos sintomas é curado com a mesma cebola (Allium cepa), dinamizada. Estes são exemplos de sintomas superficiais ou físicos, porém o homeopata procura sintomas de todas esferas em seus pacientes: físicos, mentais,  sintomas ligados ao sono,  à alimentação, predisposições entre muitos outros  e, com este quadro holístico, da totalidade dos sintomas do paciente, ele pode fazer um diagnóstico do medicamento que promoverá uma reação de cura, de dentro para fora, como um todo, da volta ao equilíbrio da Força Vital que mantém nossa saúde.

 

Muitos se perguntam, como algo que é capaz de causar um sintoma, também é capaz de curá-lo? A explicação é que o medicamento, altamente diluído e dinamizado, fornece um estímulo que causa uma resposta no organismo, semelhante à doença, chamada reação primária,  para que, em seguida , o organismo produza uma reação vital que vá no caminho contrário a este estímulo inicial, chamada de reação secundária e, consequentemente, contrário à própria doença: a doença é semelhante, em seus sintomas, ao medicamento que a cura.

 

O “segredo” está na técnica de preparação do medicamento chamada “dinamização”. Esta técnica consiste em agitar e golpear o medicamento durante a preparação, contra um anteparo, por um número repetido de vezes, a cada diluição. Este estímulo acarretaria uma modificação estrutural no solvente que carrega o medicamento e, a partir daí, ele passaria a possuir uma característica terapêutica própria. Quanto mais diluído e dinamizado, mais profundamente atuando na saúde, física e mental de quem o toma. 

 

Baixas dinamizações atuariam mais a nível físico e as mais altas também a nível mental e emocional.

 

Explicações teóricas à parte, o que importa é que a Homeopatia funciona realmente, como todos podem comprovar. O argumento de que a esta especialidade funciona como placebo ou sugestão, cai totalmente por terra quando comprovamos a eficácia do tratamento em lactentes, crianças pequenas, ou mesmo animais, os quais não estão sujeitos a fé, nem acreditam ou desacreditam no tratamento que lhes é aplicado.

 

Um dos grandes trunfos que a Homeopatia possui e, para o qual a alopatia possui grande dificuldade de tratamento, é a possibilidade de atuação nas doenças enquanto ainda estão na Fase Funcional.

 

Explicando: a fase funcional das doenças é aquela na qual o paciente apresenta queixas diversas, difusas, como dores, mal estar, alergias, cansaço, estresse, nervosismo, irritabilidade entre tantos outros sintomas. As alterações laboratoriais são mínimas ou inexistentes,  por isso o clínico alopata encontra dificuldade  no diagnóstico e  no tratamento. Apesar de não se detectar nenhuma alteração visível, há um sofrimento real. O paciente, na maioria das vezes, acaba sendo rotulado como sofrendo do sistema nervoso, recebendo receitas de calmantes, por sinal os medicamentos mais receitados no mundo, ou vitaminas, que além de não resolverem seus problemas, podem torná-lo dependente,  não se tratando, dessa forma,  a real causa de seu mal.

 

A Alopatia é voltada basicamente ao tratarmento de lesões, após estruturadas, o que, aliás, faz muito bem:  trata as lesões mas não  o que as causou.

 

As doenças funcionais são maioria na prática médica de consultório, aproximadamente 70 % segundo pesquisa da Sociedade Francesa de Medicina Funcional, além de acometerem também cerca de 20% dos pacientes hospitalizados.

 

Sendo assim, percebemos claramente o que pode nos oferecer a Homeopatia na atualidade: a oportunidade de atuar de modo integral, natural, estimulando os mecanismos de equilíbrio, defesa, de retorno a um quadro de normalidade da saúde, de forma rápida, suave e duradoura, na maioria dos problemas que acometem a população em geral.

 

Dr. Roberto Debski Médico especialista em homeopatia e acupuntura, psicólogo, coach e trainer internacional em PNL.